quinta-feira, 17 de maio de 2018

Vídeo - Deficiência Auditiva e Surdez

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Estatística - Necessidades Especiais de Educação - Dados estatísticos 2014/2015

terça-feira, 8 de maio de 2018

Estatística - Necessidades Especiais de Educação - Dados estatísticos 2013/2014

domingo, 6 de maio de 2018

Relatório - Necessidades Especiais de Educação 2013/2014

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Estatística - Necessidades Especiais de Educação - Dados estatísticos 2015/2016

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Relatório - Necessidades Especiais de Educação 2015/2016

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Vídeo - Famosos com Dislexia

sábado, 28 de abril de 2018

Lista - Centros de Recursos para a Inclusão (CRI) - Lista de CRI com renovação da acreditação

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Lista - Centros de Recursos para a Inclusão (CRI) - Lista de CRI acreditados

domingo, 25 de fevereiro de 2018

Legislação - Gabinete do Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário - Despacho n.º 5291/2015

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Manual - Guia de funcionamento dos Centros de Recursos TIC para a Educação Especial

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Lista - Centros de Recursos TIC para a Educação Especial

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Lista - Distribuição geográfica dos CRTIC: mapa de Portugal


sábado, 17 de fevereiro de 2018

Conteúdo - Centros de Recursos TIC para a Educação Especial (CRTIC)

A criação de uma rede nacional de Centros de Recursos TIC para a Educação Especial decorre de uma política de inclusão dos alunos com Necessidades Educativas Especiais, de carácter prolongado, no ensino regular. A rede é constituída por 25 Centros de Recursos sedeados em Agrupamentos de escolas.

A finalidade dos Centros de Recursos TIC para a Educação Especial consiste na avaliação destes alunos para fins de adequação das tecnologias de apoio às suas necessidades específicas, na informação/formação dos docentes, profissionais, auxiliares de educação e famílias sobre as problemáticas associadas aos diferentes domínios de deficiência ou incapacidade.

Cada Centro tem um raio de ação e apoio a outros agrupamentos de escolas, a nível distrital (aprox.). A rede cobre todo o país com 7 Centros na Zona Norte, 6 na Zona Centro, 7 na zona de Lisboa e Vale do Tejo, 4 na zona do Alentejo e 1 na zona do Algarve.
Distribuição geográfica dos CRTIC: mapa de Portugal

Os Centros de Recursos seguem normas de funcionamento próprias - Guia de Funcionamento dos CRTIC 2015.

O processo de constituição da rede de Centros de Recursos TIC para a Educação Especial iniciou-se com o arranque parcial de 14 Centros no ano letivo de 2007-2008, tendo-se completado com os restantes em 2008-2009, distribuídos pelas 5 regiões educativas.

Em 21 de maio de 2015 foi publicado em D.R. o Despacho 5291/2015, reconhecendo a rede dos CRTIC como entidades prescritoras de produtos de apoio, financiados pelo Ministério da Educação e Ciência.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Divulgação - Pelosiro - Educação - Lista de Sites


Ensino Regular
Educadora de Infância - Link
Net Ciências - Link
Net Matemática - Link
Net Física Química - Link
Net Primeiro Ciclo - Link
Ciencias Sociais na Net - Link
Explica Filosofia - Link
Explica Geografia - Link
Explica História - Link
Departamento de Expressões - Link
Departamento de Línguas - Link
Tecnologias de Informação e Comunicação - Link

Educação Especial
A Educação Especial - Link

Educação de Adultos
Educação e Formação de Adultos - Link

Ensino Profissional
Portal Nacional de Saúde e Socorrismo  - Link
Portal Ambiental Nacional - Link
Portal Nacional da Indústria Alimentar - Link
Portal Nacional de Turismo - Link
Agricultura e Desenvolvimento Rural - Link
Ensino Profissional e Vocacional - Link
Higiene e Segurança no Trabalho - Link

Educação Sexual
A Educação Sexual - Link

Educação
Escola XXI - Link

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Conteúdo - Défice de atenção - Como se previne o Défice de Atenção?


Durante a gravidez é importante evitar tudo o que possa prejudicar o desenvolvimento do feto, como o álcool, tabaco, fármacos ou toxinas ambientais.

Também as crianças devem ser protegidas de poluentes e toxinas do meio ambiente, como o fumo de tabaco, agentes químicos industriais ou agrícolas e a tinta com chumbo.

Embora não existam dados concretos, é prudente evitar a exposição excessiva à televisão ou a videojogos nos primeiros 5 anos de vida.


segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Conteúdo - Défice de atenção - Como se trata o Défice de Atenção?


O tratamento, como regra, associa o uso de medicamentos e uma terapia comportamental realizada por um psicólogo infantil e adaptada a cada caso.
Quando as crianças que não são muito agressivas e estão inseridas num ambiente familiar estável, pode ser suficiente o tratamento com medicamentos.

As crianças com défice de atenção não costumam, geralmente, ultrapassar plenamente as suas dificuldades.
Os problemas que se manifestam ou persistem na adolescência e na idade adulta incluem o fracasso escolar, pouca auto-estima, ansiedade, depressão e dificuldades na manutenção de um comportamento social adequado.
De um modo geral, as pessoas com défice de atenção aparentam adaptar-se melhor às situações laborais do que às escolares.

Quando o défice de atenção não é tratado, o risco de abuso de álcool ou de estupefacientes e a percentagem de suicídios tendem a ser mais elevados do que na população em geral.
É importante reforçar que o tratamento pode aliviar muitos dos sintomas mas não existe uma cura para esta condição.

sábado, 27 de janeiro de 2018

Lista - Escolas de Referência para a Intervenção Precoce na Infância

Conteúdo - Escolas de Referência para a Intervenção Precoce na Infância

No âmbito da intervenção precoce na infância são criados agrupamentos de escolas de referência para a colocação de docentes.
Constituem objetivos dos agrupamentos de escolas de referência:
-Assegurar a articulação com os serviços de saúde e da segurança social;
-Reforçar as equipas técnicas, que prestam serviços no âmbito da intervenção precoce na infância, financiadas pela segurança social;
-Assegurar, no âmbito do Ministério da Educação, a prestação de serviços de intervenção precoce na infância.

Lista - Escolas de Referência para a Educação Bilingue de Alunos Surdos

Lista - Escolas de Referência para a Educação de Alunos Cegos e com Baixa Visão

Conteúdo - Escolas de Referência para a Educação de Alunos Cegos e com Baixa Visão

Foi criada uma rede de escolas de referência para a inclusão de alunos cegos e com baixa visão, com vista a concentrar meios humanos e materiais que possam oferecer uma resposta educativa de qualidade a estes alunos.

Constituem objetivos destas Unidades, entre outros:

a) Assegurar a observação e avaliação visual e funcional;

b) Assegurar o ensino e a aprendizagem da leitura e escrita do Braille bem como das suas diversas grafias e domínios de aplicação;

c) Assegurar a utilização de meios informáticos específicos (linhas Braille, impressoras Braille, etc);

d) Assegurar o treino visual específico;

e) Orientar os alunos nas disciplinas em que as limitações visuais ocasionem dificuldades particulares (educação visual, educação física, etc);

f) Assegurar o acompanhamento psicológico e a orientação vocacional.

Lista - Unidades de Ensino Estruturado para a Educação de Alunos com Perturbações do Espetro do Autismo - Região Alentejo

Lista - Unidades de Ensino Estruturado para a Educação de Alunos com Perturbações do Espetro do Autismo - Região Norte

Lista - Unidades de Ensino Estruturado para a Educação de Alunos com Perturbações do Espetro do Autismo - Região de Lisboa e Vale do Tejo

Lista - Unidades de Ensino Estruturado para a Educação de Alunos com Perturbações do Espetro do Autismo - Região Centro

Lista - Unidades de Ensino Estruturado para a Educação de Alunos com Perturbações do Espetro do Autismo - Região Algarve


Conteúdo - Unidades de Ensino Estruturado para a Educação de Alunos com Perturbações do Espetro do Autismo

Foi criada uma rede de Unidades de Ensino Estruturado para o Apoio à Inclusão de Alunos com Perturbações do Espetro do Autismo em escolas ou agrupamentos de escolas, com vista a concentrar meios humanos e materiais que possam oferecer uma resposta educativa de qualidade a estes alunos.

Constituem objetivos destas Unidades, entre outros:

a) Promover a participação dos alunos com perturbações do espetro do autismo nas atividades curriculares, entrosando com os seus pares de turma;

b) Implementar e desenvolver um modelo de ensino estruturado, consistindo na aplicação de um conjunto de princípios e estratégias que promovam a organização do espaço, do tempo, dos materiais e das atividades;

c) Aplicar e desenvolver metodologias de intervenção interdisciplinares que, com base no modelo de ensino estruturado, facilitem os processos de aprendizagem, de autonomia e de adaptação ao contexto escolar;

d) Proceder às adequações curriculares necessárias;

e) Assegurar a participação dos pais/encarregados de educação no processo de ensino e aprendizagem;

f) Organizar o processo de transição para a vida pós-escolar.

Lista - Unidades de Apoio Especializado para a Educação de Alunos com Multideficiência e Surdocegueira Congénita - Região Norte

Lista - Unidades de Apoio Especializado para a Educação de Alunos com Multideficiência e Surdocegueira Congénita - Região Lisboa e Vale do Tejo

Lista - Unidades de Apoio Especializado para a Educação de Alunos com Multideficiência e Surdocegueira Congénita - Região Centro

Lista - Unidades de Apoio Especializado para a Educação de Alunos com Multideficiência e Surdocegueira Congénita - Região Algarve

Lista - Unidades de Apoio Especializado para a Educação de Alunos com Multideficiência e Surdocegueira Congénita - Região Alentejo

Conteúdo - Unidades de Apoio Especializado para a Educação a Alunos com Multideficiência e Surdocegueira Congénita

Foi criada uma rede de Unidades Especializadas para Apoio à Inclusão de Alunos com Multideficiência e Surdocegueira congénita em escolas ou agrupamentos de escolas, com vista a concentrar meios humanos e materiais que possam oferecer uma resposta educativa de qualidade a estes alunos.Constituem objetivos destas Unidades, entre outros:

a) Promover a participação dos alunos com multideficiência e surdocegueira nas atividades curriculares, entrosando com os seus pares de turma;

b) Aplicar metodologias e estratégias de intervenção interdisciplinares visando o desenvolvimento e a integração social e escolar dos alunos;

c) Proceder às adequações curriculares necessárias;

d) Assegurar a participação dos pais/encarregados de educação no processo de ensino e aprendizagem;

e) Assegurar os apoios específicos ao nível das terapias, da psicologia, da orientação e mobilidade;

f) Organizar o processo de transição para a vida pós-escolar.

Conteúdo - Áreas de Intervenção

A Direção-Geral da Educação do Ministério da Educação e Ciência tem como atribuição coordenar, acompanhar e propor orientações no âmbito da Educação Especial, Orientação Escolar e Profissional, Educação para a Saúde e Ação Social Escolar (Portaria n.º 258/2013, de 28 Agosto - Lei Orgânica da DGE). São atribuições da DSEEAS:

a) Conceber orientações e instrumentos de suporte às escolas no âmbito da implementação e acompanhamento de respostas de educação especial e de apoio educativo,designadamente as de orientação escolar e profissional, de educação para a saúde e de ação social escolar;
b) Coordenar, acompanhar e propor medidas e orientações, em termos organizativos pedagógicos e didáticos, promotoras da inclusão e do sucesso educativo dos alunos com necessidades educativas especiais na educação pré--escolar e escolar na modalidade de educação especial
nos ensinos público, particular, cooperativo e solidário, 4770 Diário da República, 1.ª série — N.º 166 — 28 de agosto de 2012 designadamente atividades de complemento e acompanhamento pedagógico;
c) Conceber e coordenar modalidades de intervenção precoce dirigidas a crianças com necessidades educativas especiais em articulação com os serviços competentes dos ministérios responsáveis pelas áreas da segurança sociale da saúde;
d) Conceber, produzir e distribuir manuais escolares e outros materiais pedagógicos em formatos acessíveis,adaptados e em desenho universal;
e) Recolher e tratar a informação relevante respeitante à educação especial para efeitos de regulação e de monitorização das respostas educativas e de apoio educativo;
f) Assegurar a participação nas ações de natureza logística,operacional e de correção de provas adaptadas necessárias em matéria de avaliação externa de aprendizagens,em articulação com o Gabinete de Avaliação Educacional;
g) Identificar e planear a afetação de recursos diferenciados no quadro de uma avaliação compreensiva de necessidades;
h) Promover, conceber e acompanhar as medidas tendentes à utilização pedagógica das tecnologias de informação e de comunicação no âmbito da educação especial.Dado o carácter transversal da educação especial e as preocupações com a organização de uma resposta educativa integrada ao longo da vida a intervenção contempla domínios que abrangem a intervenção precoce até à transição da escola para o emprego.


O I Plano de Ação Para a Integração das Pessoas com Deficiência ou Incapacidade, (Resolução do Conselho de Ministros n.º 120/2006, 21 Setembro) publicado em Setembro de 2006 integrou um conjunto de medidas no sector da Educação que foram implementadas até finais de 2009. O relatório final de avaliação da execução do PAIPDI foi publicado em Fevereiro de 2010.


A Estratégia Nacional para a Deficiência (ENDEF 2011-2013) foi publicada em 14 de Dezembro pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 97/2010, integrando várias medidas da responsabilidade do ME - Apresentação da ENDEF.

Portugal prossegue uma política inclusiva, enquadrada por orientações emanadas a nível nacional, europeu e internacional.

O Ministério da Educação é membro da European Agency for Special Needs and Inclusive Education.